O custo de não atender à NR-1 quando falamos de riscos psicossociais

A discussão sobre riscos psicossociais no trabalho ganhou um novo patamar no Brasil. Com a atualização do capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, conhecido como GRO, deve abranger também os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.1 Na prática, isso significa que temas como sobrecarga, assédio, falta de […]
NR-1 já está em vigor: o que muda na gestão de riscos psicossociais nas empresas

As mudanças da NR-1 já entraram em vigor.E com elas, a gestão de riscos psicossociais deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma exigência formal dentro da Saúde e Segurança do Trabalho. Na prática, isso significa que fatores como estresse ocupacional, sobrecarga, pressão excessiva, conflitos organizacionais e condições relacionadas à saúde mental agora […]
MTE publica perguntas e respostas para orientar empresas sobre mudanças da NR-1

Material tem caráter orientativo e busca esclarecer dúvidas sobre a aplicação das normas, especialmente no contexto do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). OMinistério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou, nesta quarta-feira (6), o conteúdo “Perguntas e Respostas sobre o Capítulo 1.5 da NR-1”, com orientações voltadas a empresas, trabalhadores e profissionais de Segurança e Saúde […]
Gestão de Riscos Psicossociais no PGR: como estruturar uma abordagem realmente defensável

Nos últimos anos, a gestão de riscos psicossociais deixou de ser um tema periférico para se tornar um dos principais desafios das empresas no Brasil. Transtornos mentais já figuram entre as principais causas de afastamento do trabalho, gerando impacto direto em produtividade, aumento de custos e pressão sobre a gestão de saúde ocupacional. Mais do […]
Absenteísmo estruturado como base para decisões de gestão

Ao longo do tempo, o absenteísmo passou a ser tratado em muitas empresas apenas como um indicador operacional. Um número que precisa ser acompanhado, reportado e, em alguns casos, justificado. Essa abordagem ignora um ponto central: o absenteísmo é um reflexo direto da forma como a empresa estrutura seus processos de gestão, especialmente em SST. […]
Envio de atestado: Canal pessoal resolve conversa. Canal corporativo resolve processo.

O uso de ferramentas pessoais para envio de atestados é comum. Mensagens, e-mails e aplicativos de comunicação facilitam a troca rápida de informações no dia a dia. O problema surge quando esses canais passam a sustentar processos críticos da empresa. Envio de atestado: dados sensíveis exigem mais do que conveniência. Informações relacionadas à saúde do […]
Maturidade na gestão do absenteísmo não é ponto de chegada. É processo.

Quando falamos na maturidade na gestão do absenteísmo, é comum comparar empresas em estágios diferentes como se todas partissem do mesmo ponto. Essa comparação ignora um aspecto fundamental: cada operação possui seu próprio contexto, volume e complexidade. O problema não está em começar simples. Ele surge quando a evolução do processo não acompanha o crescimento […]
Estruturar desde a origem: o que realmente muda a gestão do absenteísmo

A digitalização do envio de atestados é frequentemente vista como solução para os desafios do absenteísmo. No entanto, trocar o papel por um canal digital não resolve o problema quando o processo continua frágil. O verdadeiro diferencial está em garantir que a informação já nasça estruturada. Gestão do absenteísmo: Mudar o canal não é o […]
Governança não é burocracia: é maturidade de gestão

Governança costuma ser confundida com excesso de regras, lentidão e burocracia. Na prática, ocorre o oposto. Governança é o que traz clareza, previsibilidade e consistência aos processos. Quando o absenteísmo é tratado sem estrutura, a operação passa a depender de pessoas, não de processos. O resultado é retrabalho, exceções recorrentes e dificuldade de sustentar decisões […]
Mobilidade não precisa significar perda de controle

A mobilidade passou a ser vista como um requisito básico nas operações modernas, especialmente em empresas com equipes grandes e distribuídas. Permitir que o colaborador registre informações de forma remota parece, à primeira vista, um avanço natural. O problema surge quando ela é é incorporada a processos que nunca foram estruturados. Autonomia sem processo vira […]